Redimindo a Economia
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  Em Redimindo a Economia, John D. Mueller traz o resgate de como deveria ter se desenvolvido a ciência econômica a partir da tradição do pensamento de Santo Agostinho e Santo Tomás de Aquino. Com uma revisão histórica, explicação teórica e exemplos práticos, o autor demonstra como utilidade – sob a teoria do amor de Agostinho -, equilíbrio, produção e distribuição final devem estar presentes na análise da economia.

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Um revisional da teoria econômica

John D. Mueller escreveu um livro, de fato, revisional da teoria econômica. Em Redimindo a Economia, o intuito do autor é redimi-la no melhor sentido possível, isto é, devolver nela a cosmovisão transcendente. Neste livro o autor consegue fazer isto sem apelar exageradamente ao sentimento religioso, demonstrando como a cosmovisão cristã é superior para descrever os fenômenos econômicos.

O foco incide sobre a ruptura criada por Adam Smith em sua obra “Inquérito sobre a Riqueza das Nações”. Para Mueller, Smith se utiliza de uma cosmovisão estoica e busca reduzir a dinâmica econômica a um único elemento, tal qual o fizera Isaac Newton na física. O resultado é que Smith encontra no trabalho o valor da econômica e distorce o desenrolar da ciência econômica.

Desconstruindo o utilitarismo econômico

Por meio do chama de teoria da utilidade de Santo Agostinho, o autor redime a visão utilitarista moderna da teoria econômica. Para ele, a economia tentou retomar os eixos, porém sem a cosmovisão cristã. O resultado foi um conceito materialista que se chama utilidade. Mueller redefine utilidade a partir da teoria de Santo Agostinho sobre o amor, no qual damos a quem amamos ao invés de apenas trocar equivalentemente o seu preço. Portanto, a doação e o sacrifício passam a ser possível na economia, algo até então ausente.

Ademais, Mueller está disposto a incentivar uma renovação no pensamento econômico ao trazer para a discussão a teoria da justiça comutativa e distributiva de Santo Tomás de Aquino. Por meio dela, o autor demonstra que os cálculos econômicos e as decisões dependerão de para quem os bens são destinados. Ademais, por meio da justiça distributiva, consegue-se evitar o individualismo liberal e o igualitarismo coletivista.

Outro aspecto interessante é a inserção de três níveis de atuação econômica. O primeira é o pessoal, no qual cada pessoa decide como viver, quem é mais importante para ela, quem ela amará e quem será seu próximo. Em seguida, tem-se a economia doméstica. É a partir dela que todas as outras se realizarão. Nela, os pais decidem a hierarquia de destinação dos bens possuídos. Também é na família que ocorrerá a maioria das ações econômicas donativas. Por fim, o âmbito político se relaciona com a ordem e a justiça, mas de forma distinta dos níveis anteriores.

Moralidade, desigualdade, arranjo familiar…

Ainda se encontra na obra exemplos empíricos da teoria apresentada anteriormente. Temas como moralidade da desigualdade, arranjo familiar, aumento dos divórcios, crimes violentos, a prática do aborto, aumento da inflação, gastos governamentais, ações do mercado financeiro, desenvolvimento econômico et cetera, todos são analisados por meio da redenção da teoria econômica.

Ficha Técnica
ISBN: 978-65-996055-0-5
Capa: Dura
Páginas: 564
Dimensão: 16 x 23
Papel: Polen Soft 80g

Informação adicional

Peso 0.9 kg
Dimensões 23 × 16 × 10 cm

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